Transe mortal desprovido de toda emoção
Renuncie a este caminho de presunção mortal
Entorpecido ao impulso da redenção
Purificado da graça deste falso arrebatamento
A frieza amadurece dentro das paredes da carne
A peste entra através de veias contraídas
Larvas penetram na pele em decomposição
Profanação deste início sacrificial
Escuridão amarga de um domínio ímpio
Amamentando vermes com esta morte recente
Aguarde o momento da insurgência vil
Passe por este portão dentro de ritos mortais
Tomado pelo vazio, recrie este estado primordial
Perecer na pele envenenada da decadência
Emergir destes limites de um destino rançoso
Nenhum mestre governa nesta sepultura sem fim
Não existem mestres nesta raiva vingativa
Nenhum mestre governa neste reino contaminado
Não existem mestres neste estado amaldiçoado
Forma reanimada coberta com a exposição do pecado
Adornado nesta carapaça de carne sem lua
Desperte desta tumba de renascimento sem estrelas
Supere este estágio de um transe sem fôlego
Escuridão consumida onde os olhos antes habitavam
Ressuscitou o mal deste cofre da morte
Alimentando-se das artérias abertas do céu