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No meio de um ressurgimento do ruído pop (Veja: A estreia autointitulada de A Place to Bury Strangers, The Magnetic Fields' Distorção As Raveonetes' Luxúria Luxúria Luxúria etc.) Glasvegas lançou dois singles bem recebidos: Daddy’s Gone e It’s My Own Cheating Heart That Makes Me Cry. O quarteto de indie rock escocês chamou a atenção das pessoas por combinar a grandeza sonora de Jesus and Mary Chain com o doo-wop e o rockabilly dos anos 50.

Vídeos de compositor americano

Rótulo: COLÔMBIA
[Classificação: 2 ESTRELAS]









No meio de um ressurgimento do ruído pop (Veja: A estreia autointitulada de A Place to Bury Strangers, The Magnetic Fields' Distorção As Raveonetes' Luxúria Luxúria Luxúria etc.) Glasvegas lançou dois singles bem recebidos: Daddy’s Gone e It’s My Own Cheating Heart That Makes Me Cry. O quarteto de indie rock escocês chamou a atenção das pessoas por combinar a grandeza sonora de Jesus and Mary Chain com o doo-wop e o rockabilly dos anos 50. Produzido por Rich Costey (Interpol Mars Volta), a estreia melodramática da banda não faz jus ao hype. A abertura do álbum Flowers and Football Tops parece promissora, já que o cantor James Allen usa seu exagerado sotaque de Glasgow em torno da palavra bebê com facilidade e charme. Embora sua voz às vezes seja afetada, suas letras infantis (calças mentirosas pegando fogo) se mostram superficiais e sem imaginação, matando assim o clima que a banda tenta tanto criar. É fácil querer gostar deles, mas no final das contas Glasvegas é só barulho e sem alma. O álbum mantém você interessado apenas na esperança de que algo maravilhoso esteja prestes a acontecer, mas infelizmente isso nunca acontece. Sua incapacidade de cavar fundo e realmente ressoar com os ouvintes também pode manter esta Próxima Grande Coisa apenas no limite.